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Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016
Terça-feira, 16/08/2011 às 10h48, Imprensa Blairo Maggi
As comissões de acompanhamento das obras da Copa de 2014 no Senado e na Câmara federal têm feito uma verdadeira ‘maratona’ junto às cidades-sedes, constatando in loco a realidade de cada uma, e a preparação para o maior evento de futebol do mundo. Dessa vez, a cidade de Cuiabá foi palco do ‘II Fórum Legislativo das cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014’. O evento aconteceu nessa segunda-feira (15.08), na Assembleia Legislativa do Estado, e contou com a participação dos membros da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara Federal, presidida pelo deputado Jonas Donizetti (PSB/SP), além de deputados federais da bancada mato-grossense, senadores, deputados estaduais e secretários de estado.
Na ocasião, questionado sobre o andamento das obras de mobilidade urbana em Cuiabá e a suspensão das mesmas, pela presidente Dilma Roussef, na última semana, o senador mato-grossense Blairo Maggi, foi categórico. “O período para início das obras já ultrapassou o limite do razoável. Na última reunião que tivemos com a presidente - e não estava sozinho, e sim, acompanhado de todos os senadores do PR-, ela nos garantiu os recursos para as obras de passagem urbana dentro de Cuiabá, e parte dessa obra [orçada em algo próximo de R$ 400 milhões] já foi até inclusive licitada em convênio com o Dnit e assinada pelo (hoje), ministro Paulo Sérgio, chefe da Pasta. O que ainda falta ser definido, e na ocasião a Dilma não soube nos responder, é se esses recursos seriam oriundos do Dnit ou do Ministério das Cidades, mas, daí, é uma questão de empenho de Governo do Estado junto à União a fim de agilizar esse processo e cobrar do planejamento uma definição”, declarou Maggi.
Ainda sobre a realização da Copa em Cuiabá Blairo fez questão de alertar sobre a necessidade de tirar as ‘obras do papel’. “Na última rodada que tivemos com o Congresso e o Senado chegamos a conclusão que só as arenas, com exceção de duas cidades (São Paulo e Natal que não haviam começado), nós não teríamos nenhum problema com as outras 10 cidades-sedes em chegar à Copa com as arenas prontas. Agora, no quesito obras de mobilidade urbana, Cuiabá, assim como as demais cidades, está atrasada e o principal entrave tem sido o fluxo de recursos, os financiamentos e/ou as contrapartidas que a União ficou de colocar a fundo perdido. Então, já estamos numa situação no mínimo delicada por termos uma folga de tempo, não muito, e que por isso mesmo não se pode pensar em ultrapassar o início dessas obras [de mobilidade] para este ano ainda. A preocupação é tirá-las do papel”, alertou o senador que preside a Subcomissão de Fiscalização e Acompanhamento das Obras da Copa de 2014 no Senado.
Já o deputado federal e presidente da Comissão de Turismo e Desporto, Jonas Donizetti (PSB/SP), disse que esta é a chance de Mato Grosso estar em evidência para todo o mundo, mas, destacou preocupação em relação às obras do aeroporto Marechal Rondon.
“A cada transmissão de jogo - três minutos - os potenciais turísticos mato-grossenses serão mostrados a mais de 100 países. Isso representa divisas financeiras no futuro para o Estado e o país e por isso mesmo, é necessário pensar nesses benefícios e no legado de um evento como esse para todo Brasil”, observou Donizetti.
Autor(a): Alana Casanova
Fonte: Assessoria de Comunicação | Blairo Maggi
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